Notícia | Coordenador do IEASIA participa de Banca de Qualificação de Mestrado

O nosso Coordenador Marcos Costa Lima participará de uma Banca de Qualificação de Mestrado na UNILA, scom título “Cooperação Internacional Sino-Brasileira na Área Espacal e suas Interseções com os BRICS”

 

Dissertação Ronaldo Silva – Cooperação Sino-Brasileira

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Programação | XI COLÓQUIO INTERNACIONAL EM ECONOMIA POLÍTICA DOS SISTEMAS-MUNDO

Ocorrerá nos dias 28 a 30 de agosto, na UnB, o XI Colóquio Internacional em Economia Política dos Sistemas-Mundo, com a temática “Metamorfoses no Mundo do Trabalho e as Periferias: Desconexão Forçada?”. Um dos convidados é o Coordenador do IEASIA, o Prof. Dr. Marcos Costa Lima, compondo a mesa 2, com a temática “Elementos Analíticos para a Compreensão da Crise Sistêmica do Capitalismo: a Economia-Política, Ecologia e os valores”, no dia 28 de agosto. Segue em anexo a programação definitiva do evento, para os interessados.

 

Programação XI Colóquio dos Sistemas Mundo 2017 final 11 8 2017

Notícia | UFPE inscreve para curso de mandarim em parceria com Instituto Confúcio

 

Foto: Divulgação

Prof. Marcos Costa Lima com diretores do Instituto Confúcio

Os interessados devem se escrever pelo e-mail institutoconfucio@upe.br e as aulas começam no dia 14. “Essa parceria é muito importante para a UFPE, pois temos muitos alunos interessados”, explica o coordenador de Instituto de Estudos da Ásia, professor Marcos Costa Lima. Ele destacou também que o instituto está começando a estabelecer convênios com universidades chinesas e que o curso pode abrir portas para estudantes interessados em realizar intercâmbios.

Mais informações
Instituto de Estudos da Ásia
ieasia.ufpe@gmail.com

 

Fonte: ASCOM

Tese faz comparação entre políticas industriais recentes do Brasil e da China

 

Considerando a indústria como setor mais dinâmico da economia e o estado como agente indutor do desenvolvimento econômico, esta tese trata da questão da política industrial no Brasil e na China, tendo como aparato metodológico o artifício da comparação entre as duas experiências. Observadas as diversas teorias que fornecem prescrições sobre política industrial, entende-se que é necessário avaliar não apenas o desenho da política per si, mas também o ambiente político-institucional e político-social em que ela é lançada. O trabalho se propõe, portanto, a analisar as seguintes hipóteses: (i) ocorre, no caso brasileiro, uma deficiência no arranjo político-social, que impede que política industrial seja revertida em ganhos concretos; (ii) haveria, no Brasil, poucas ramificações e canais a partir da política industrial, que deveria ser mais descentralizada e articulada; (iii) derivada desta última, entende-se que comparada à experiência chinesa, a política industrial brasileira seria menos exitosa por conta de um descolamento entre a política industrial e um projeto de desenvolvimento mais amplo e, finalmente, (iv) o ambiente político-institucional no qual a política industrial é lançada seria determinante para seu sucesso ou fracasso. Compreendendo que a reprimarização da pauta de exportações brasileira é uma realidade concreta, efeito do processo de ascensão da China nas últimas décadas, é relevante identificar a efetividade e as falhas da política industrial recente, a qual tem se mostrado incapaz de reverter o movimento de redução da participação do setor industrial no PIB. No caso específico brasileiro, parece haver um entrave pelo entrelaçamento entre o poder econômico e o poder político, os quais têm produzido ciclos perversos ao desenvolvimento. Destaque-se, ainda, que ocorre, no país latino-americano, uma trajetória cíclica, de crescimento fragmentado, destruído por descontinuidades políticas e conflitos de classe de grandes dimensões. Para a China, observa-se relativa continuidade, certa linearidade de seu projeto de desenvolvimento, onde se consegue reverter políticas em ganhos para a sociedade, estabelecendo uma relação de longa data. O trabalho está dividido em quatro capítulos, sendo o primeiro teórico, dois capítulos sobre política industrial no Brasil e na China e uma conclusão.

Notícia | UFPE e Universidade de Wuhan firmam acordo de cooperação acadêmica


 


Convênio fortalece cooperação entre instituições

Na ocasião, Costa Lima também participou de seminário na Universidade de Hubei, que acaba de criar o seu Instituto de América Latina. “Esta Universidade declarou interesse de estabelecer convênio com a UFPE e a tramitação do processo deve se concretizar até setembro ou outubro deste ano”, adianta o professor.

O representante da UFPE esteve também em Beijing para participar do VI Foro Acadêmico de Alto Nível China-Latino-América & Conferência Acadêmica da Associação Chinesa de Estudos Latino-Americanos, onde apresentou trabalho. Este foro foi organizado pelo Chinese Academy of Social Sciences – Institute of Latin American Studies (CASS). Segundo Costa Lima, “cresce na UFPE o interesse pelos estudos da China e, já em agosto, o Instituto de Estudos da Ásia inaugurará o 1º curso de mandarim na UFPE”