Artigo | Enlightenment Geisha: The Sex Trade, Education, and Feminine Ideals in Early Meiji Japan

O presente artigo em anexo, é de autoria de Amy Stanley, e versa um pouco sobre a educação feminina e o papel ocupado por gueixas na sociedade japonesa durante o período Meiji.

The-Journal-of-Asian-Studies-Volume-72-issue-03-2013-doi-10.10172FS0021911813000570-Stanley-Amy-Enlightenment-Geisha-The-Sex-Trade-Education-and-Feminine-Ideals-in-Early-Meiji-Japan (1)

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Caravana Estadual 25 anos da Associação Nacional de História/Pernambuco promove GTs sobre História da Ásia

A Associação Nacional de História em Pernambuco promove essa semana o evento comemorativo de seus 25 anos na UFPE, que vai contar com grupos de trabalho sobre a temática da Ásia.

Para os interessados, os GTs serão apresentados esta quinta e sexta-feira (03 e 04/12) das 14hs às 18hrs na Sala de aula 01 do 10º andar do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH).

 

DIA 03/12 (QUINTA-FEIRA) – 14h às 18h
“UM MAL NECESSÁRIO”: UMA DISCUSSÃO SOBRE EUNUCOS NA CHINA IMPERIAL – Débora Lopes do Rêgo (Graduanda em História na UFPE)

SENHORES DE GUERRA: MILITARISMO FRAGMENTADO NA CHINA REPUBLICANA – Thomaz Barros Costa (Graduando em História Bacharelado pela UFPE)

UMA ANÁLISE DAS REPRESENTAÇÕES DOS REBELDES BOXERS E DA CHINA NO FILME “55 DAYS AT PEKING” – Hugo Leonardo Alexandre Santiago (Graduando em História Bacharelado pela UFPE)

DIA 04/12 (SEXTA-FEIRA) – 14h às 18h

“A FLOR E O MUNDO DE SALGUEIRO”: AS GUEIXAS NA HISTÓRIA – Maria do Carmo Oliveira da Silva Neta (Graduanda em História-Licenciatura pela UFPE)
“ALIVIAR OS SOFRIMENTOS DOS DOENTES”: DA CONDENAÇÃO À MEDICINA TRADICIONAL NA GERAÇÃO DE LǓ XÙN, PARA A SUA VALORIZAÇÃO NA REPÚBLICA POPULAR – Daniel Tiago de Vasconcelos (Graduando em História na UFPE)
LǓ XÙN E A “AUTOFAGIA” CHINESA: VIDA, PENSAMENTO E TRADIÇÃO DURANTE O SÉCULO DA HUMILHAÇÃO (1839-1949) – Bruno Pontes Motta (Graduando em História, UFPE)

O I PLANO QUINQUENAL E A ASCENSÃO DA INDÚSTRIA PESADA NA CHINA – Mateus Ricardo Silva Barbosa (Graduando em História na UFPE)

Slides do Seminário “Conhecer a Ásia”

Disponibilizamos aos interessados as apresentações de ppt e os cadernos de resumo do Seminário Conhecer a Ásia.

As apresentações podem ser encontradas clicando no link aqui

Aberta as inscrições para ouvintes no seminário “Conhecer a Ásia”

Estão abertas as inscrições para aqueles que desejam participar do I Seminário do Instituto de Estudos da Ásia que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de Setembro. A participação no seminário confere certificado.

A Programação está disponivél em PDF no link abaixo

PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO CONHECER A ÁSIA 2015

As inscrições podem ser feitas preenchendo o formulário aqui.

Os cadernos de resumo dos GTs serão disponibilizados em breve.

Prorrogado o prazo para a submissão de trabalhos para o seminário “Conhecer a Ásia”

Foi prorrogado o prazo de inscrição para aqueles que desejam apresentar trabalhos em GT durante I Seminário do Instituto de Estudos Sobre a Ásia “Conhecer a Ásia” que será realizado nos dias 16 a 18 de Setembro.

Os trabalhos serão aceitos até sexta-feira, dia 07/08. Os interessados devem prencher o formulário de inscrição clicando aqui e os trabalhos devem ser enviados para o e-mai ieasia.ufpe@gmail.com.

Os temas dos GTs serão:
  1. Metrópoles, Cidades e Regiões (Prof. Bertrand Cozic)
  2.  História e Ásia (Profa. Chistine Dabat)
  3.  Geografia e Inovação (Profa. Ana Cristina)
  4.  Política e Relações Internacionais (Prof. Marcos Costa Lima)

Os trabalhos enviados devem seguir o modelo abaixo

[Seminario] Modelo para submissão de trabalhos

Em caso de dúvidas, entrem em contato conosco no mesmo e-mail ieasia.ufpe@gmail.com.

Submissão de Trabalhos para o Seminário “Conhecer a Ásia”

O Instituto de Estudos da Ásia lança a chamada para a submissão de trabalhos de participação em GT.
O Seminário será realizado nos dias 16 a 18 de Setembro. 

Os temas serão:
  1. Metrópoles, Cidades e Regiões (Prof. Bertrand Cozic)
  2.  História e Ásia (Profa. Chistine Dabat)
  3.  Geografia e Inovação (Profa. Ana Cristina)
  4.  Política e Relações Internacionais (Prof. Marcos Costa Lima)

[Seminario] Modelo para submissão de trabalhos

Os candidatos devem preencher o formulário clicando aqui e enviar seus trabalhos para o e-mail  ieasia.ufpe@gmail.com com o assunto [EVENTO]NOME_NOMEDOGT

Todos os interessados devem enviar o resumo expandido até o dia 31 de Julho

Mais informações em breve.

Livro “MULHERES NO MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO CHINÊS (1839-1949)”

Livro escrito pela professora Christine Dabat, Professora do Departamento de História (UFPE) e membro do Grupo Coordenador do IEASIA

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Resumo

A China possui uma cultura de brilho inesgotável que suscita muito interesse. Sua civilização milenar se soma à importância geopolítica da nação mais populosa do mundo. Estudar aspectos peculiares dessa história pode ajudar a entender uma realidade desafiadora. Destinado aos estudantes, bem como a um público mais amplo, o presente livro constitui uma incitação à leitura sobre a história contemporânea da China.

A abordagem escolhida enfoca as informações sobre as mulheres, e mais exatamente, sobre aquelas que participaram do movimento revolucionário. Pois tiveram um papel considerável nas transformações que afetaram a China nos séculos XIX e XX. Da mesma forma que se pode escrever uma história econômica, política ou militar – diga-se de passagem, quase sempre no masculino! – parece interessante, por uma vez, orientar os holofotes sobre heroínas famosas, ativistas políticas conhecidas ou camponesas, operárias e estudantes (cujos nomes foram esquecidos) que construíram, tanto quanto seus companheiros, a China atual.

A condição das chinesas, sobretudo das camponesas, conheceu, no século XX, uma mudança sem precedente. De um lado, em razão da melhoria da situação das populações rurais em geral; do outro, em virtude de modificações específicas, fruto da contribuição da metade feminina da população às lutas sociais.

Mulheres participaram das grandes rebeliões camponesas do século XIX, bem como das organizações contra a dinastia manchu. Alunas secundaristas e estudantes, organizaram grupos de estudo e trabalho para “Salvar a nação e o mundo”. Animaram as grandes manifestações nacionalistas contras as potências que tratavam a China como “semi-colônia”. Operárias, fizeram greve em massa nas indústrias urbanas. Construíram a República soviética chinesa e tomaram parte na Longa Marcha. Camponesas de todas as idades foram essenciais na condução da resistência contra o Japão e, depois, contra Chiang Kai-shek e seus aliados norte-americanos, apoiando as tropas comunistas e aliadas, informando-as sobre os movimentos do inimigo, organizando a população, o abastecimento, cuidando dos feridos, evacuando os civis frente aos ataques e bombardeios. Ocasionalmente, pegavam em armas nas milícias. Sustentaram também a economia das zonas liberadas, assumindo o lugar dos homens no campo, revivendo as manufaturas tradicionais, particularmente têxtil que fora desmontada pelas importações impostas pelas potências estrangeiras. Em todas as situações, sofreram as medidas extremas de repressão que todos os governos reacionários deslancharam contra os movimentos progressistas.

Essa rica experiência histórica, de infinita variedade na sua dimensão humana, nos toca; longínqua espacial e culturalmente, parece, contudo, muito próxima nas suas preocupações, aspirações, emoções.

Christine Rufino Dabat (Professora no Departamento de História da UFPE) Livro Texto 3, Recife: Editora Universitária da UFPE, 2006. 303 p.